Dr. Marco Bonini
CRM/MS 4417 • RQE 2761
Retinopatia Diabética
A retinopatia diabética pode evoluir sem causar sintomas nas fases iniciais. Muitas pessoas mantêm uma visão aparentemente normal enquanto a doença progride silenciosamente — por isso, o exame periódico da retina é indispensável para quem tem diabetes.
Tratamento de Degeneração Macular (DMRI) e retinopatia diabética.
Cirurgia de descolamento de retina e vitrectomia.
Atendimento especializado em doenças da mácula e vítreo.
Retinopatia Diabética
A retina depende de uma rede de vasos sanguíneos muito delicada para funcionar adequadamente. Com o passar dos anos, o diabetes pode danificar esses vasos, tornando-os mais frágeis e propensos a vazamentos ou obstruções. Essas alterações podem comprometer o funcionamento da retina e, em fases mais avançadas, afetar a visão. Um dos maiores desafios da retinopatia diabética é que ela pode evoluir sem causar sintomas nas fases iniciais. Muitas pessoas mantêm uma visão aparentemente normal enquanto a doença progride silenciosamente.
Sinais que merecem atenção
- Visão embaçada
- Oscilações frequentes da visão
- Dificuldade para leitura
- Manchas escuras ou pontos flutuantes
- Perda parcial da visão
👉 Em muitos casos, os sintomas aparecem apenas quando a doença já está mais avançada.
Por que o acompanhamento é tão importante? O risco de retinopatia aumenta com o tempo de diabetes e pode ser influenciado pelo controle da glicemia, pressão arterial e colesterol. Por isso, mesmo sem sintomas, o exame periódico da retina é fundamental para detectar alterações precocemente e evitar complicações.
Como avaliamos a retina? Durante a consulta, examinamos diretamente os vasos da retina e, quando necessário, utilizamos exames complementares como a tomografia da retina (OCT) e a angiografia, que ajudam a identificar vazamentos, áreas de inchaço e alterações da circulação. Esses exames permitem correlacionar os achados da retina com os sintomas e definir o momento mais adequado para tratar.
Sobre o tratamento O tratamento depende do estágio da doença. Além do controle do diabetes e dos fatores de risco associados, algumas situações podem exigir aplicações intraoculares, tratamento a laser ou cirurgia. O principal objetivo é preservar a visão e evitar a progressão das alterações da retina.
Insight clínico A retinopatia diabética costuma dar poucos avisos no início. Por isso, muitas vezes o melhor momento para agir é justamente quando o paciente ainda não percebe nenhuma mudança na visão.
Se você tem diabetes, enxergar bem não significa necessariamente que sua retina esteja saudável. O acompanhamento regular é uma das formas mais eficazes de proteger sua visão a longo prazo.
Clique na imagem para ampliar
Minha trajetória
Sou médico formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com residência médica em Oftalmologia pela Universidade de São Paulo (USP) – Campus Ribeirão Preto.
Minha atuação é dedicada às doenças da retina, da mácula e do vítreo, com especialização em Retina Clínica e Cirúrgica pela USP – Ribeirão Preto e pela Universidade Federal de Goiás (UFG).
Buscando aprofundar minha formação acadêmica e científica, concluí o Doutorado em Ciências Visuais pela USP – Ribeirão Preto. Posteriormente, realizei estágio pós-doutoral com apoio da CAPES na Tufts University, em Boston (EUA), com foco em Tomografia de Coerência Óptica (OCT) aplicada às doenças da retina.
Além da assistência clínica e cirúrgica, mantenho forte atuação em ensino, pesquisa e análise de imagens retinianas. Atualmente sou preceptor do Programa de Estágio em Retina Cirúrgica do Hospital São Julião, em Campo Grande (MS), e atuo como Consultor e Senior Grader do Boston Image Reading Center (BIRC), em Boston (EUA), colaborando em estudos clínicos internacionais envolvendo doenças da retina.
Minha prática é voltada ao diagnóstico, acompanhamento e tratamento das doenças da retina e do vítreo, combinando experiência clínica, expertise cirúrgica e tecnologia de imagem avançada para oferecer um cuidado individualizado e baseado em evidências.
Acredito que a medicina vai além do tratamento da doença. Por isso, procuro construir uma relação baseada em confiança, clareza e proximidade, ajudando cada paciente a compreender sua condição e participar de forma ativa das decisões sobre sua saúde visual.
Membro Associado
Locais de atendimento
Dois consultórios no Mato Grosso do Sul para sua comodidade.
07:00 às 17:00 H — Segunda a sexta
Consultório Campo Grande
RUA ANTÔNIO MARIA COELHO, 2880
Campo Grande — MS
IOTL - Instituto de Olhos Três Lagoas
RUA ALFREDO JUSTINO, 425
Três Lagoas — MS